Você segue estas leis da vida? Descubra!

Desenvolvi este artigo a partir de um podcast que realizei com a Helena Galante, no programa “Jornada da Calma”.

Através dele, você refletirá se tem descumprindo algumas das 9 leis da vida, além de entender como algumas delas impactam na sua vida.


O texto está em formato de entrevista para facilitar a compreensão.

Vamos lá?


Boa leitura!

Helena:

(…) Compartilho com vocês que eu conheci o Marcel, talvez, em uma das situações mais inusitadas da minha vida.

Era o lançamento do livro dele: “As 9 leis inegociáveis da vida”, feito no diner in the Sky, aqui em São Paulo. Um guindaste que sobe numa altura, não sei quantos metros são, mas são muitos, e lá em cima começamos a conversar um pouco sobre quais são essas leis inegociáveis da vida. E você falou, Marcel, que até a escolha do local de lançamento tinha um motivo, sendo que uma das leis da vida é movimento. 

Então, estávamos ali, um pouco instáveis, mas um pouquinho em movimento também, para conversar sobre isso e eu fiquei pensando que essa é a primeira lei do livro e, talvez, seja uma das leis que nós temos bastante vontade de brigar com ela, né?

Gostamos de ficar parados, queremos evitar o movimento, mas, em simultâneo, tem um movimento que é automático, como se dissesse: “deixa eu me movimentar muito que assim eu não tenho que pensar em nada, que eu não tenho que tomar decisões, só vou indo”.

Eu fiquei pensando como é esse movimento do jeito que você fala?

Aquele que não é nem esse frenesi, que eu penso que às vezes ele é bem inconsciente, mas também não é essa vontade nossa de ficar estagnado, parado e plantado no mesmo lugar?

Marcel:

Querida, a lei da vida: “vida é movimento”, nos mostra que onde há vida, há movimento e que o movimento leva à vida e o contrário também é verdadeiro.

Quando paramos de nos movimentar, nós terminamos por caminhar, inconscientemente, para a morte. 

“Como que é essa história do movimento, Marcel?”

Existe um movimento desmedido, um movimento que nada mais é do que uma espécie de fuga e de defesa da nossa realidade. E tem um movimento necessário para nos mantermos vivos.

Uma das dificuldades de compartilhar as leis da vida, mas eu estou aqui para isso, pois fui eu que as percebi, as descrevi e é natural que aconteça, é que nós tendemos a olhar as leis isoladamente.

Então, quando você olha só a lei da vida: vida é movimento e a pessoa está trabalhando feito louca, fazendo movimentos exacerbados, movimentos desmedidos, desrespeita a segunda lei da vida: vida é presença. 

O movimento tem que ser feito com inteireza, com presença, com a mente, corpo e alma alinhados no mesmo lugar. Porque se eu estou fazendo movimentos tão somente para não ficar presente com as minhas sensações internas, com os meus medos, com as minhas angústias, com as minhas tristezas, isso é disfuncional e mais cedo ou mais tarde eu vou me encontrar com os conteúdos internos, os materiais internos dos quais eu estou fugindo, por meio desse movimento disfuncional.

Helena:

No livro, você conta que foi percebendo tudo e eu gostei que você escreveu a palavra leis juntamente com inegociáveis porque tem uma ideia nisso.

Logo, independente do que queremos ou não, de gostarmos ou não, de pensarmos que deveria ser assim ou assado, a vida acontece, né? E a vida tem as suas características vivas e temos que ir lidando com elas.

Você, junto a isso, compartilha um pouco da sua história de aprendizados e percepções dessas leis. Demostra que não foi simplesmente. Que você não nasceu sabendo sobre elas, nem vivendo de acordo. 

Compartilhe conosco um pouquinho de como foi esse processo de reconhecimento. Penso que, talvez, essa seja a palavra certa.

Marcel:

Sim, compartilho sim. Vou tentar ser enxuto. Vamos fazer uma viagem rápida pela minha história. Tem um contexto interessante e irá ajudar muitas pessoas.

Desde criança eu fui um menino bonzinho, eu não tinha agressividade à flor da pele, era carinhoso, muito tolerante.

Com o passar do tempo, comecei a me perceber. Hoje, vendo isso em perspectiva, com alguma sensação de incapacidade, autoestima baixa e autoconfiança baixa.

Um menino que queria experimentar coisas diferentes numa cidade do interior, como por exemplo, dançar livremente.

Em cidade pequena, mulheres menos, mas meus amigos tiravam muito sarro de mim. Enfim, não digo que eu fui alvo de bullying, mas tiraram bastante sarro de mim.

Com isso, muito rapidamente percebi que teria que fazer algo por mim e decidi estudar e trabalhar.

Com 10 anos, comecei a trabalhar e a receber elogios.

As minhas notas começaram aumentar aos poucos.

Tive épocas de notas baixas, depois foram ficando médias, ficando boas, estupendas, até que em meu último curso formal, digamos que na minha pós-graduação, eu tirei as melhores notas da minha vida.

Após isso, passei no concurso do Banco Econômico que, na verdade, não era concurso, era uma seleção para gerente. Eu tinha 23 anos.

Cheguei na minha Independência financeira.  Desde então, nunca mais pedi dinheiro para o meu pai.

Então, qual é o contexto? E eu não estou dizendo isso para me exibir. Era uma pessoa frágil com a autoestima baixa e que achou um jeito de sobreviver.

O meu jeito de sobreviver e ser reconhecido, ser respeitado, foi estudar muito e trabalhar ainda mais.

 Sendo assim, quando eu passei no concurso, disse para mim mesmo: Deu! É isso. Eu venci!

Segui e logo me tornei consultor de empresas. Neste período, muito rapidamente, entre meus 25 e 26 anos, eu já estava fazendo muito sucesso e mais adiante eu já estava fazendo palestras para Petrobras.

Veja, eu morava no interior do Rio Grande do Sul, 600 km de Porto Alegre e, neste momento da minha vida, eu estava fazendo palestras a R$12.000,00 por 2 dias de trabalho, isso no ano de 2000. Uma quantia que até hoje é muito significativa.

Diante de tudo isso, Helena, em 2004, percebi que estava absolutamente quebrado, falido e com uma dívida a valores atuais de 1.400,000.

Logo, tive que desligar 10 colaboradores, depois 2 desistiram de mim e ficamos apenas eu e minha esposa.

Refleti e me fiz uma pergunta: “Sou honesto, trabalhador e segundo dizem, sou inteligente. O que tem aqui? O que tem aqui, em mim, que apesar de ser honesto, trabalhador e inteligente, paralisa minha vida?” 

O que tem em mim? Perguntei-me isso porque, normalmente, pensamos que uma pessoa que trabalha muito, inteligente e honesta não pode dar errado.

E assim tive um insight: Tem algo em mim que eu ainda não entendi.

Não sei de onde veio isso, mas comecei a buscar mecanismos para me conhecer, me autodesenvolver e fiz tudo que você possa imaginar.

Thinking about solutions.

Uma das minhas primeiras percepções foi de que a vida é regida por leis.

Inicialmente, Helena, devo ser honesto: eu aprendi isso com os meus professores.

Eu estive com os melhores professores do mundo, ao meu juízo, como: Bert Hellinger, Stanislav Grof, Tony Robbins, entre outros.

Contudo, eu não sou muito dogmático no sentido de que é só uma ferramenta que funciona, pois a verdade, para mim, é que o complemento de todas contribui.

Eu bebi na fonte de muitos mestres e fiquei por anos ensinando o que eles me ensinaram, até que com o tempo, construí as minhas próprias percepções, instigado por meus mentores.

Portanto, eu acho lindo esse nome: Leis da Vida, porque acredito que a vida é sim, regida por leis. 

Nós termos, Helena, a dimensão de que somos um grão de areia no universo.

Atenção aqueles que nos ouvem, eu não disse no deserto.

Disse que somos um grão de areia no universo.

Ouçam-me com carinho, pois isso nos diz que somos insignificantes, não nas nossas vidas, pois em nossas vidas nós somos tudo, mas somos insignificantes diante da magnitude, da grandeza e da sabedoria das forças universais, das forças Divinas, das forças as quais você acredita.

 Então, baseado em todos os ensinamentos dos meus professores, nas minhas percepções atentas à realidade e nas minhas experiências, as quais confesso são muito dolorosas, pude descrever as leis da vida.

E gosto sempre de ser claro: não as inventei, elas já foram ensinadas por muitas pessoas de um jeito ou de outro, mas essa inegociabilidade, essa inexorabilidade, essa inevitabilidade das leis, foi o meu jeitinho.

Eu coloquei e ele é muito contundente, nos faz pensar e. usando uma linguagem popular, faz “cair muitas fichas” para as pessoas.

Pensa comigo, vida é dor. Quem diz isso por aí? Só um maluco chamado Marcel Scalcko mesmo. 

Sabe, as pessoas me questionam:

Vida é dor. Marcel, mas isso não é masoquismo?”

Não, pois eu não disse que eu quero ter dor e nem que temos que procurar a dor. Simplesmente é, basta olhar para a realidade e ver que não há vida sem dor.

Perceba que é, às vezes, a dor de fazer musculação, às vezes, é a dor de não fazer musculação e ter dor nas costas.

Strong muscular bodybuilder athletic man pumping up muscles with barbell on dark studio.

Logo, é melhor você escolher qual a dor que quer sentir e assim seguir, do contrário ficará paralisado.

E atenção, abrindo um parêntese (como já fui dono de academia, como investidor) conheço esses exemplos, presenciei muitos alunos que curaram suas dores nas costas fazendo musculação, tão somente fazendo musculação.

Então, escolha a dor de fazer musculação, ou a dor de não fazer.

Eu poderia ficar citando inúmeros exemplos que mostram que em muitas circunstâncias da nossa vida, vida é dor.

Logo, é melhor escolhermos qual a dor que queremos e seguir adiante se não ficar paralisado. 

Helena:

Você falou algo que eu percebo até em mim, que é ter um movimento necessário de acontecer, mas nós evitamos.

Nós estudamos muito e isso é muito legal, estudar e buscar referências.

Penso que nós nunca podemos, a meu ver, prescindir disso, pois isso faz parte do movimento, desse movimento de aprendizado constante.

Você fala no livro que hesitou em escrevê-lo e que talvez pudesse ter escrito antes, mas agora foi o melhor momento.

Percebo que nós ficamos nessa insegurança, até não sei se é essa a palavra, mas ficamos tateando, parece que sem saber qual que é o nosso lugar ou qual é o nosso papel e, às vezes, nos colocamos numa posição muito humilde.

Pensando: “Vou ficar aqui, escondida, talvez não precise fazer tanto. Não tenho que aparecer tanto”.

Na sua opinião, como que é isso?  O fato de respeitarmos todo o aprendizado e termos a reverência a todas as pessoas que nos ensinaram, mas sem abrir mão do meu eu e da parte que cabe a mim. Aquela parte que sou eu mesmo que vou fazer e não vai ser outra pessoa.

Marcel:

Penso isso diariamente, chego a me emocionar agora ao me fazer esta pergunta.

Sabe por quê?

Eu sei e consigo responder. Porque um dos empecilhos para eu escrever o meu livro foi o fato de eu ter a sensação de que estava reproduzindo os meus professores.

E não sei se você observou, mas começo o livro agradecendo a todos eles e, eventualmente, os menciono. Eu, às vezes, estou fazendo mentorias gratuitas no Instagram, as quais faço todas as noites às 20:09, e no meio delas fico pensando exatamente o que Bert ensinou e digo: “Isso é Bert”.

Eu fui ensinado justamente pelos melhores professores a ter muita honra, respeito e gratidão pelo que veio antes, pelo que é grandioso: nossos chefes, os nossos patrões, os nossos pais, os nossos ascendentes, os nossos mestres e os nossos professores.

Sabe quando que conseguimos, Helena? Fazer isso que você disse? E vou repetir, porque eu não sei se ficou claro para todo mundo, pois foi muito sútil e profundo.

Como que consigo ocupar o meu lugar, ser autoral, sem ignorar, desprezar e fazer de conta que não veio algo antes?

Isso acontece de dentro para fora.

Não é uma técnica, não é um procedimento, não é um processo.

É quando de verdade nos sentimos pequenos. É quando, de verdade, somos profundamente gratos e honramos os nossos pais e os nossos professores e, assim, essa amorosidade, essa sabedoria permeia nossa existência, o nosso sistema biopsicoemocional e espiritual e naturalmente transbordamos.

Old man enjoying free time

Você naturalmente se autoriza, pois é apenas a sequência destes homens e mulheres.

Você é apenas a continuação deles.

Você não se coloca como concorrente, logo não tem essa sensação de querer apagá-los da história, porque eu sou o autor, ou de querer superá-lo, é apenas a sequência, a continuidade de tudo isso.

Então, hoje eu não tenho nenhum desconforto com isso, mas antes eu tinha.

Portanto, só quando algo se acomodou em mim e fui profundamente grato, ou melhor, quando me senti pequeno diante da grandeza desses homens e mulheres — e ficarei com a imagem principal dos meus pais e dos meus professores — consegui fazer um movimento derivado do trabalho deles, dos meus pais e dos meus professores.

É derivado porque eles estão na minha obra, a obra é deles, mas, é minha também.

Helena:

Penso que tem uma sensação que ficou em mim desde aquele dia que nos conhecemos pela primeira vez, em que você me contou de uma forma resumida a sua história.

Fiquei pensando que tem uma lição de aceitação de tudo o que acontece.

E que ela não tem a ver com passividade, no sentido “deixa a vida fazer o que quiser e eu vou deixar”, não é isso, mas tem uma lição de aceitação, que tem essa abrangência, que vai além daquilo do que gostamos que aconteceu e daquilo que não gostamos, daquilo que queríamos ou não queríamos, daquilo que sentimos ou não, e se complementa com a sua fala de assumir e perceber o tamanho da arrogância, de ficar com vergonha.

Fiquei olhando e pensando: “Nossa, só de perceber que somos arrogantes já é um grande passo.

Perceber, sentir vergonha e mais, assumir que sentiu vergonha, sendo algo que odiamos falar que sentimos, e no seu caso falar isso em público, é algo significativo”.

Fez-me pensar quantos movimentos isso não deve acelerar na vida de uma pessoa quando se permite compartilhar e o quanto tudo começa com um “tá bom então”, “é assim que é”, logo, diante do que está posto e um “e agora o que a gente faz?”

Marcel:

“As nove leis da vida” estão acima de tudo, são leis de rendição.

E eu sei que tudo é um jogo de palavras, mas você sabe também que as palavras vão mudando de sentido com o tempo. A nossa mente vai criando pequenas distorções.

 Então, a primeira vez que eu tive contato com algo assim, foi ao ler as sete leis espirituais do sucesso e fez todo sentido perceber que nós temos que aceitar, mas depois eu comecei a ensinar aceitação para as pessoas e a nossa mente é muito esperta, logo, comecei a perceber que as pessoas disseram: “tá bom eu aceito, mas não concordo”, ou seja, a mente vai lá e pega outra palavra para simplesmente, não aceitar.

E como eu sou um pouco radical e entendi que temos que jogar pesado com a nossa mente, procurei oferecer para os nossos alunos, para os meus mentorados, muitas palavras, como: assentimento, concordância, etc. Até tem uma das leis da vida que é, vida é concordância, mas ao olharmos para as nove leis, podemos perceber que elas são nove leis que atuam sobre nós para que nos rendamos a magnitude, a grandiosidade e ao poder infinito da vida, para que assim entremos no fluxo da vida.

Para assim vivermos de acordo com as condições que a vida nos coloca e não de acordo com o que nós idealizamos infantilmente que a vida seja, porque nós idealizamos que não tenhamos que fazer tantos movimentos, bem como idealizamos que a vida não tenha tanta dor quanto tem, nós idealizamos que podemos viver na ilha da fantasia e descumprimos a lei da vida, vida é verdade e ficamos na ilusão, idealizamos que nós podemos não concluir ciclos, sendo que é impossível, pois teremos que concluí-los, como diz no meu livro, ou do contrário os nossos filhos concluirão, o que é terrível. 

Existem pessoas que saem de um casamento magoados, chateados, com raiva, com ódio, que são sentimentos legítimos de sentir se fui ferido ou agredido, mas com isso não concluem, ficam lá, naquele momento da sua vida, inconscientemente, descumprido a lei vida é verdade e não concluem este ciclo. E mesmo assim a pessoa não entende que ela vai ser forçada a concluir.

Quando eu me rendi a vida, não completamente, mas em uma dose suficiente, aos meus pais e aos meus professores, consegui alçar voos mais altos.

Free

E essa rendição, o não querer lutar contra isso, pois na maioria das vezes, admiramos os nossos professores, mas os criticamos, admiramos, mas ficamos colocando defeito, dizemos que amamos os nossos pais, mas ficamos os criticando, somos muito gratos pela nossa empresa, mas ficamos reclamando.

O render-se, essa submissão, isso é humildade, entende?

Humildade não é sentir-se menos, humildade é ser quem realmente nós somos.

Ninguém me deu essa definição, eu ganhei da vida, dos meus professores. Isso é humildade, ser quem realmente nós somos.

Eu sou um anão diante dos meus professores, mas eu sou um gigante na minha vida.

E sou um gigante para os meus alunos e está tudo bem, não sou nem melhor, nem pior que ninguém. Não sou mais capaz, nem menos capaz, mas quando eu assumo essa condição, de rendição, vem à humildade e eu posso ser quem eu sou, porque voltando, se eu não sentir quem eu realmente sou eu não me autorizo.

Veja bem, desta forma, por exemplo, não me autorizo a fazer um livro ou faço um livro com o ego, com a mente, faço um livro de mundo externo, de repetição de palavras, de cópia, tanto que o meu livro não tem biografia recomendada, porque ele é absolutamente autoral. Não sentei para estudar, simplesmente escrevi o que surgiu.

Claro que, quando tem alguma coisa que eu me lembro de um outro livro, eu menciono. É absolutamente minha história, porque temos esse poder. No meu caso levei, e não tenho nenhuma vergonha de dizer, 49 anos para me autorizar, mas e daí, é a minha jornada, para mim precisou isso. E isso foi bom, pois se eu tivesse escrito esse livro antes, ele me faria muito infeliz.

E só quando eu me rendi, e essa vivência é uma vivência de rendição, só quando eu disse ok, isto foi o melhor para mim até aqui, fiquei liberto das amarras que me prendiam para fazer este movimento.

Sabe quais eram as amarras? As seguintes afirmações:

“Eu já devia ter feito”.

“Eu sou um fraco”.

“Eu sou muito exigente”.

“Eu tenho medo do que as pessoas vão dizer”.

Todas verdades, era o que eu sentia, mas isso não me tirava força e não diminuía quem eu era. Isso estava apenas me protegendo para assim eu escrever o livro certo, na hora certa.

Há uma grande sabedoria nos guiando a qual não temos compreensão. Imagino um grande jogo cósmico e esse jogo cósmico é regido por uma sabedoria superior, logo, nós vivemos exatamente o que nós precisamos viver, nós passamos exatamente pelo que nós carecemos passar, e tudo para extrair de nós o nosso poder ilimitado.

A vida não está contra nós, a vida está a nosso favor e cada obstáculo, cada dificuldade, cada problema, cada dilema que é posto diante de nós, serve para reunirmos todos os nossos recursos, para pedirmos ajuda à bons mentores, professores e mestres e então, desenvolvermos habilidades e aptidões que ainda não desenvolvemos, além de fortalecermos a nossa alma e o nosso intelecto, passando por túneis de dor, túneis de aprendizado e crescimento, aos quais no final, sairemos mais fortes, mais íntegros, mais plenos e mais felizes.

Ajudei você? Comente aqui.

Leia também o artigo: MENTORIA PAIS E FILHOS: “MINHA MÃE NÃO SABE DIALOGAR”



Forte e carinhoso abraço.

Sobre o autor:

Marcel Scalcko ajuda as pessoas a viverem mais leve e realizar muito. É mentor há 24 anos. Já treinou mais de 110.000 pessoas. Descreveu as 9 Leis da Vida. Há mais de 30 anos estuda com os melhores mentores e treinadores do Brasil, Alemanha e Estados Unidos.

  1. Luciana Letícia Sebastião disse:

    Adoro suas publicações, têm auxiliado muito nos meus processos de autoconhecimento. Obrigada, sucesso sempre!

  2. Nelsiana disse:

    Todas as postagens feitas pelo Marcelo, tem grande valia para minha vida. Recebo com gratidão pois, me faz refletir a grandeza do que se é viver a vida, um pouco mais de consciência e reflexões.

    No caso, essa especifica, me fez reconhecer o poder da aceitação.
    A vida é perfeita como tem que ser.

    É aquele velho ditado: ” Aceita, que dói menos” RS…

    Ou vc faz ou deixa de fazer das duas formas você se movimenta e a escolha é sua.
    Evoluir ou estagnar.

    Obrigada Marcelo, por compartilhar sua humilde e sua grande sabedoria.

    Um abraço!

  3. Ana Claudia Zafra Prado disse:

    Espetacular, parabéns por tamanha contribuição, já vou adquirir o livro. Deus te abençoe Marcel

  4. Muito interessante e impactante as leis da vida, inicialmente a questão do movimento já nos toca profundamente, não sei se estou estagnado ou num movimento lento, ou qual seria o movimento certo a fazer…estou no jogo de xadrez da minha vida, só que em cheque mate… sobre as dores eu passei muitas e passo por uma nesse momento com o medo de perder minha familia, mas começou desde a infância pobre e sofrida com abusos (social, sexual) com as dependências em drogas ou pessoas, com a falta do básico mas que nos faz ser grato pelo mínimo e as vezes não nos faz buscar o máximo que podemos ser, ter e viver… fiz uma jornada em religiões, experiências diversas tentando me encontrar e ainda não me descobri… sei que tudo que vivi é para de certa forma ajudar quem viveu ou passou por isso e não encontra paz ou saída… percebo que sou meio que um evangelista de boas novas, ideias, caminhos, sentimentos mas que não encontro para mim mesmo… consegue entender? Sempre me falam: sua historia de vida daria um livro… suas experiências ajudariam outras pessoas… mas vejo que falta alguma coisa, essas leis que você fala podem me fazer encontrar e me encontrar?

    1. Equipe Grupo Scalco disse:

      Olá, Marcelo. Entendemos você. Quando estamos a favor das leis da vida, conseguimos encontrar soluções para muitos problemas que enfrentamentos hoje e passamos a viver muito mais leve e realizar mais. As leis da vida podem ajudar você sim. Por isso, queremos convidá-lo a acompanhar o Marcel pelo instagram: https://www.instagram.com/marcelscalcko/ e a saber mais sobre a Imersão Leis da Vida de 3 dias: https://www.gruposcalco.com.br/leisdavida/ Forte abraço!

  5. Rita de Cassia Arruda disse:

    Está me ajudando muito a repensar todos os meus atos, eu sou grata!!
    Abraços

  6. Beatriz Mello disse:

    Gostei muito me ajudou.Quero sair desta depressão que está terminando comigo.A VIDA não tem sentido. Obrigada

  7. Raquel disse:

    Adorei .. obrigada por tanta sabedoria e humildade e simplicidade para explicar!! Eu li seu livro , libertador!! Só gratidão por você!

  8. Kátia disse:

    Você Marcel, sempre ajuda, com clareza, como vc diz, vida é dor. É a vida. Tenho aprendido viver a vida com leveza, sem cobranças e desfrutar do melhor. Aprendi não devo criticar meus pais! É libertador!
    Obrigada

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