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Por que meu gerente não é produtivo? – Grupo Scalco

Por que meu gerente não é produtivo?

Por que os gerentes não conseguem fazer tudo o que a direção gostaria que fizessem?

Por que as atividades não são entregues no prazo que a direção definiu?

Por que as pessoas não atendem sempre com sorriso no rosto e desejando um bom dia?

Por que, mesmo com a adoção de uma agenda e um check list, terminamos o dia com muitas atividades ainda por fazer?

Por que temos a sensação de que 24 horas parecem tão pouco tempo para fazer todas as atividades do dia?

Como explicar que hoje temos mais tecnologia, mais ideias, mais calendários, mais check lists do que nunca antes na história e, mesmo assim, para a direção da empresa, os gerentes não conseguem fazer tudo o que precisaria e dentro do prazo estipulado?

Trabalham-se mais horas, faz-se cada vez mais rápido e mesmo assim a sensação de não conseguir terminar tudo acaba deixando não só a direção, como também, os próprios gerentes frustrados.

O que se pode fazer quanto a isso?

Poderíamos, aqui, discutir várias abordagens e teorias presentes nos livros de Produtividade e colocar um passo a passo para adotarmos na empresa. Isso ajudaria?

Vamos dizer que inicialmente sim, mas com o tempo, a nossa tendência de deixar isso de lado é muito grande.

Mas então, por que isso acontece?

Por que não conseguimos ter autodisciplina?

Por que nossos gerentes e colaboradores não conseguem manter um processo em que todos ajudem a desenhar e implementar?

Por que isso acontece?

A resposta é simples: Porque o ser humano se move unicamente pela DOR ou pelo PRAZER.

Tudo que faz o ser humano ir para a ação, tudo que o faz sair da zona de conforto, seja um relatório novo mais visual e importante para a diretoria, seja uma pilha de produtos na loja para chamar a atenção dos clientes, seja oferecer mais o produto que tem a melhor margem, qualquer coisa que o ser humano faça, ou é para evitar dor, ou obter prazer.

Este é um dos 7 Princípios do nosso Método de Gestão para Alta Performance do Grupo Scalco.

Em nosso método, ajudamos os gerentes a fazerem o que precisa ser feito, sem precisar trabalhar mais ou perder a qualidade de vida através de um método científico, simples, divertido e absolutamente eficaz.

De nada adianta ter uma agenda cheia de atividades, colocar metas muito ousadas e não ter consistência.

Pode até ser que, algumas vezes, o gerente consiga cumprir tudo o que está ali, mas convenhamos: o ser humano não é uma máquina.

As pequenas distrações do dia a dia vão continuar acontecendo e logo ele estará novamente apagando incêndio e não fazendo o que precisava ser feito.

A forma para manter a autodisciplina em fazer o que precisa ser feito é receber pequenas premiações a cada atividade que é executada (prazer). Da mesma forma, quando a atividade não é feita, as pessoas que não fazem precisam ser desconfortadas (dor).

Por exemplo, em nosso método de consultoria adotamos uma agenda apoiada em uma plataforma online, onde a direção da empresa pode monitorar online os gerentes em cada atividade importante que fazem.

Quando eles realizam as atividades, vão somando pontos.

Esses pontos servem como recompensas e, assim, aumentando a vontade de realizar mais para ganhar mais pontos.

Da mesma forma, aquele gerente que não faz o que precisa, no prazo que precisa, não pontua. Mas ele e a direção conseguem ver online quais os colegas que estão executando mais e quais não estão, e isso, por si só, gera desconforto. Nossa experiência mostra que na próxima atividade ele vai querer pontuar, pois está vendo que o colega dele (com as mesmas condições que ele) está pontuando.

Em média, quando começamos um trabalho em um novo cliente, os gerentes estão executando apenas 62% do que a direção gostaria que eles executassem. Após 3 meses, com nosso método, já é possível ver algumas filiais executando algo próximo a 100%. Isso é possível.

O ser humano tem botões que, acionados, conseguem extrair o seu máximo potencial.

Acreditamos fielmente no poder ilimitado do ser humano. Acreditamos que sempre podemos ainda mais, muito mais.

Lucas Bidinotto.
Consultor Associado do Grupo Scalco.

  1. Angelita Simmi Brandão disse:

    Que legal Lucas. É bem isso e falo porque a vida mostra isso, mas somente após fazer o TAI, com o mestre Marcel Scalcko é que as “fichas vão caindo”!
    Bora se movimentar e fazer de tudo para ter uma vida mais leve e realizadora. ???

  2. Anderson Corrêa Corrêa disse:

    Ótimo Material !
    Parabéns!!!!
    Acredito que quando se cita:
    “A forma para manter a autodisciplina em fazer o que precisa ser feito é receber pequenas premiações a cada atividade que é executada (prazer). Da mesma forma, quando a atividade não é feita, as pessoas que não fazem precisam ser desconfortadas (dor).”
    Esta é uma forma clara e direta de se acompanhar a equipe.
    Deve ser uma demanda do gestor seja (coordenador, supervisor e ou gerente) desde que definida uma periodicidade com a equipe.
    Analistas, auxiliares e assistentes “EXECUTAM” e devem ser sinalizados por seus desempenhos.
    A final a visão de gestão está sobre um patamar capaz de diagnosticar tais alinhamentos ou desalinhamentos.

  3. Marilda Ferreira Bidinoto disse:

    Muito bom Lucas, aos poucos estou conseguindo enxergar mais os meus pontos fracos e com isso conseguindo fazer mais pontos. Claro com a ajuda do Grupo Scalco, os teus artigos maravilhosos.

  4. Fabiane de Oliveira Borba disse:

    Excelente! Realmente somos movidos pela dor ou pelo prazer.
    Bora fazer o que tiver que ser feito!

  5. Juçara disse:

    Muito interessante Lucas, excelente colocação, pois somos todos movidos por um sentimento ou que nos traga a dor, o desconforto ou pelo prazer a satisfação de estar envolvido naquele negócio.

  6. Luiz Carlos da Silva Duarte disse:

    O tema proposto para o debate é impar, tanto no sentido de relevância pessoal como organizacional. A temática deve ser abordada como tema principal e não co.i tema secundário. Parabéns pela simplicidade e objetividade

  7. Muito bom Lucas, boa mexida com o pessoal.
    Gostaria de acrescentar que para alavancar força dentro de um grupo é mais ser gestor do que executor ! exemplifico – mitigar problemas de alinhamento com participantes da equipe e fomentar, ajudar o foco do time, ou dos integrantes da equipe no resultado. A força esta no time.

    Show, sucesso.

  8. Mensa disse:

    O foco deve ser nas entregas, isso é o que importa. Para isso deve-se entender quais são as questões fundamentais para as entregas relevantes de fato A dor é oriunda de falta de planejamento e análises superficiais do que deve ser feito.
    Bora lá buscar novas ferramentas e regrar-se com base no “amor”.

  9. Harold Tunermann disse:

    Muito bom. Lucas. A vida é realmente assim. For ou prazer qual vai escolher. Interessante quando sobre metas. Fala se muito em GD. Tem que ter um prazo. Mesmo que muitas não é possível atender.mas tem uma data. Abraço

  10. Claudio Fernandes da Silva disse:

    Muito interessante o artigo. Repassei pro meu gerente aqui da empresa MJ SEGURANÇA Matriz Chapada. Ele gostou e vai repassar para os outro gerentes das filiais.
    Obrigado!

  11. Onir Figueredo disse:

    Lucas, tema bem interessante. Boa reflexão. Tem a ver com a “arte” de fazer gestão.

  12. Rafael Tolfo disse:

    Muito bom o artigo Lucas!!!!
    Realmente, o ser humano é movido pela dor e pelo desconforto para sair da sua zona de conforto e respirar novos ares e ser produtivo.
    Abraço.

  13. Anelise Dowich Decian disse:

    Bem como você falou somos movidos pela dor e pelo prazer. Já consegui ter alguns progressos após o TAI. Mas ainda tenho dias em que Caio na rotina e volto a ser mais executora das atividades que gestora. Tenho que estar atenta para executar o que a direção realmente espera de mim. Bom artigo.

  14. Fernanda disse:

    Realmente palavras muito bem colocadas !Precisamos sair da zona de conforto!

  15. Milton Fagundes Ferreira disse:

    Excelente artigo Lucas, faz com que possamos sempre sairmos de casa entusiasmado, para que possamos completar os 100 % de produtividade e rendimentos , e o combustível que precisamos para andar, parabéns.

  16. Carla disse:

    Muito bom Lucas!!!Nos seres humanos mudamos somente na base da dor e do desconforto. Ótima artigo!!!

  17. Roni Martins disse:

    Feliz da pessoa que tem uma autodisciplina bem desenvolvida, porém sabemos que a grande maioria das pessoas não tem, para compensar essa falha temos outros mecanismos que foram bem expostos aqui, a dor e o prazer, que além de ser muito eficaz na mudança de comportamento deve ser bem identificados e abordados em determinadas situações e em momentos precisos, mais uma vez um artigo bem pontual.

  18. Marcos disse:

    Assunto interessante esse Lucas, a humanidade sempre esteve neste dilema, aprender pela dor ou por amor, infelizmente a maioria só aprende pela dor, mas em um ambiente empresarial vejo que maior problema esta na falta de conhecimento de quem planejadas metas ( gestor) pois o executor conseguimos treinar o mesmo para executar tarefas múltiplas, agora gestão é um dom que trazemos dentro de nós mas nem todos possuem, hoje às empresas estão cheias de gestores treinados mas sem dom nenhum para exercer a função, sem conhecimento nenhum ou pouquíssimo conhecimento na execução das tarefas, criando com isso metas que não serão atingidas, gerando desmotivação tanto para o executor quando para o gestor com isso criando um ambiente desfavorável para a empresa, precisamos desenvolver métodos para reconhecermos quem tem dom para gerir e aí sim treinarmos para podermos atingir o tão esperando 100%.

  19. Guilherme Rodrigues Ferreira disse:

    Ótimo artigo Lucas! Realmente o colaborador precisa de um propósito para seu trabalho, uma motivação pra sair da sua zona de conforto.

  20. Show Lucas, é exatamente isso e muitas vezes parece que é tão difícil de fazer ou dar-se conta que estamos “desviando rotas” e não conseguimos fazer. Cabe a cada um fazer uma auto avaliação daquilo que ele mais quer: mais prazer ou menos dor e conseguir encontrar o equilíbrio. Boa semana!!!!

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