O despertar para o Máximo Potencial

Desde muito pequenos, fomos instados pela família, escola, sociedade, televisão… a acreditar que a fonte da nossa felicidade está fora.


Instados a acreditar que só seremos felizes quando tivermos a nossa casa própria, nosso carro, reconhecimento, e tudo mais…

Fomos então movidos a acreditar que quando fizermos tudo certinho, perfeito, sem erros, seremos felizes.


Então nos tornamos seres domesticados, sim domesticados, adestrados para fazer a coisa certa e ganhar alguma coisa no mundo externo, elogio, dinheiro, sucesso, fama …

Até esse exato instante acreditamos que a felicidade só vai acontecer quando conquistarmos algo que está fora de nós mesmos.


E se pararmos para pensar, já conquistamos tantas e tantas coisas, como terminar o ensino médio, a faculdade, viagens … Mas sempre parece que falta algo!!!


E quando falta algo o que a gente faz?

Quer conquistar mais e mais.


E tudo isso tem um efeito reverso.

O efeito é que se instala um vazio e nos desconectamos do nosso máximo potencial, da nossa força e poder.


Acreditamos que precisamos lutar pelo conforto do mundo externo e ele acaba nos incapacitando de lidar com a nossa força no mundo interno.


Quanto mais lutamos pela felicidade que acreditamos que está apenas nas coisas do mundo externo, menos poder temos.


Mais distantes ficamos do nosso máximo potencial, da nossa fibra que vem da alma, da nossa força que vem do coração, da determinação que vem das entranhas…


Ficamos com uma profunda sensação de vazio e passamos então a tentar preenche-lo com toda sorte de “anestésicos” do mundo externo, bebidas demais, comidas demais, guloseimas demais, trabalho demais, jogos demais, televisão demais….


Mas como podemos sair dessa situação?


Primeiro concluindo com simplicidade que desde jeito já tentamos e deu no que deu. Este modo de viver já experimentamos uma vida toda e sabemos que o vazio só se amplia.


Então devemos nos lembrar que não somos apenas um corpo, há em todos nós uma alma, um coração, uma amorosidade profunda, a espera de ser redescoberta, sentida e vivida.


Mas Como? Tendo a clareza de que a vida pesada que levamos é reflexo do autoconhecimento que não temos. SE acessar o profundo da alma e da psiquê seremos meros fantoches de nossos sentimentos ocultos e dos pensamentos automáticos.

Seremos uma nau a deriva em nossa própria vida, vivendo ao sabor dos ventos e das marés.


Apenas ao mergulharmos para dentro de nós mesmos, colocando-nos no caminho do autoconhecimento, aprendendo e se preparando para sentir tudo que vier (dor, medo, tristeza, raiva…), tudo que precisamos sentir na alma, é que encontraremos força para lidar com a vida no mundo externo e despertaremos para o nosso máximo potencial, para uma vida plena, abundante e próspera.

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Forte e carinhoso abraço!

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Sobre o autor:

Marcel Scalcko atua com desenvolvimento de pessoas há mais de 22 anos. Guiou mais de 50.000 pessoas para uma vida mais leve e realizadora.

Após construir uma vasta experiência no campo do desenvolvimento humano, observou e documentou as 9 Leis da Vida e transformou esse conhecimento em um treinamento imersivo e único no Brasil.

É especialista em técnicas e procedimentos de desenvolvimento psico-emocional, como as constelações familiares e empresariais, que procuram guiar pessoas e organizações ao seu máximo potencial.

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  1. Equipe Grupo Scalco disse:

    Gratidão!!!

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