O Desafio de ir além

Sabe-se que as empresas buscam pessoas que sejam diferenciadas, engajadas, apaixonadas pelo que fazem, que vistam a camiseta e façam algo a mais que o básico. 

Mas se as empresas buscam esse perfil e os candidatos selecionados se encaixam nos processos seletivos, o que acontece na prática que não ocorre o esperado pela empresa e o prometido pelo contratado?

Façamos essa análise primeiramente com o seguinte questionamento: O candidato tem claro o que a empresa espera dele? E se tem, ele tem autonomia para fazer algo a mais?

Muitas vezes a empresa quer o funcionário, mas na hora da prática esbarra em uma série de processos que não permitem que seja feito. E a liderança permite?

Muitas vezes o líder não está preparado emocionalmente para acolher sugestões e mudanças e não permite que isso seja feito reforçando a ação de ser feito somente o básico.

Outra questão é que se o funcionário acredita que pode mais, tem motivação interna para fazer esse algo a mais.

Para que de fato esse tão esperado “ir além” aconteça, deve haver um trabalho em conjunto entre lideres e liderados.

É necessário que o líder acredite que o funcionário pode mais, muito mais. Precisa permitir que ele faça e o motive a fazer.

Motivado, ele vai reforçar no funcionário a crença que é capaz. O funcionário, sentindo que é capaz, irá fazer mais.

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                                                                   Lisandra Moreira.
Psicóloga Clínica e Organizacional.
  Consultora Grupo Scalco.

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