O Desafio da Iniciativa e o Poder da Acabativa

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“Por que não consigo concluir os projetos que inicio?”

“Por que desisto do que pretendo alcançar?”

“O que posso fazer para concretizar meus sonhos?”

Porque por detrás da nossa falta de acabativa está a nossa mente que mente e nos leva para a ilha da fantasia. Aí estão os problemas.

Com este texto, pretendo mostrar o que é possível fazer para, além de tirar nossos sonhos do papel, resistir às barreiras que encontramos pelo caminho.

Antes, definiremos iniciativa e acabativa.

Podemos entender iniciativa como a capacidade que temos de iniciar as coisas, sem a necessidade de que outras pessoas iniciem por nós.

Temos essa proatividade. Iniciamos nossas ações por conta própria.

Acabativa se refere à competência de finalizar, acabar, concluir aquilo que começamos.

Veremos aqui que (apesar de também ser um problema) a maior dificuldade não está na iniciativa, mas na acabativa: porque através dela age a “ilha da fantasia”. 

Nossa mente não trabalha com a realidade, mas com a percepção da realidade. Ela cria circunstâncias que não existem. Nesse território mentimos e acreditamos.

Iniciar e abandonar um curso de datilografia, de inglês e de inseminação artificial em bovinos são três exemplos da minha vida em que não tive acabativa.

Fui para ilha da fantasia, escutei a mente que mente e abandonei desejos que tinha.

Gostaria que refletisse: “o quanto já desistiu da vida? Pouco, muito ou médio?”

Muitos de nós desistem “médio ou muito”. No meu caso, antes de entrar para o âmbito do desenvolvimento humano, já desisti “muito”. Depois que entrei, desisti “médio” por muitos anos. Neste momento desisto “pouco”, pois identifiquei que estou em concordância com as forças das Leis da Vida.

Ao olhar para essas minhas desistências, pensei na importância de ajudá-los a compreenderem o que está por detrás de desistirmos de tantas coisas, da falta de acabativa, o que está por debaixo da nossa incapacidade de respeitar a Lei da Vida: Vida é conclusão.


Pensei em algo que pudesse ajudar vocês, leitores, a terem insights, a expandirem a consciência, se mobilizarem, serem tocados no profundo da alma e da mente.

Vamos aos truques então? 


Precisamos ser amorosos, tolerantes, pacientes, carinhosos, afetuosos com nós mesmos.

Precisamos de investimento e dedicação.

Não devemos nos sentir menos porque desistimos das coisas. Somos humanos e comuns e precisamos passar por esse tempo/processo de amadurecimento.

Temos, ao menos, dois pensamentos antiacabativas que caminham junto conosco quando desistimos:

1 – é difícil;

2 – não vou conseguir.

Tais pensamentos são frutos da nossa mente, impregnados em nosso ego.

É comum pensarmos: “se é difícil e não vou conseguir, porque vou seguir?”

Desistimos e posso afirmar que 100% das vezes, porque esses pensamentos nos dominaram, se transformaram na mais absoluta verdade.

A nossa mente que mente, que não quer viver, só sobreviver, que quer (de alguma forma) nos proteger, exagera na dose da proteção, nos protege tanto que nos limita, é ela que nos faz desistir.

O que fazer então?

Veja na segunda parte.

Sobre o autor:

Marcel Scalcko atua com desenvolvimento de pessoas há mais de 22 anos. Guiou mais de 50.000 pessoas para uma vida mais leve e realizadora.

Após construir uma vasta experiência no campo do desenvolvimento humano, observou e documentou as 9 Leis da Vida e transformou esse conhecimento em um treinamento imersivo e único no Brasil.

É especialista em técnicas e procedimentos de desenvolvimento psico-emocional, como as constelações familiares e empresariais, que procuram guiar pessoas e organizações ao seu máximo potencial.

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