Carência de monitoramento: O erro mais comum de lideres e gestores

“- Eu já falei mais de mil vezes…”


Talvez aqui se encontre um dos erros mais comuns de líderes e gestores.

Não no fato de ter quer dizer mil vezes “o que” e “como” um colaborador deve executar um processo, mas no fato de acreditar que falar, nem que seja mil vezes, é garantia de execução do processo.

O que falta para maioria dos líderes e gestores é a rotina de monitoramento se aquilo que foi dito para ser feito e como ser feito está realmente está sendo feito.

Então, talvez a questão que está por trás deste “não monitoramento” não é a falta de tempo para fazê-lo ou até mesmo pensar que os colaboradores tem maturidade para executar os processos, mas algo que está submergido no comportamento do próprio líder ou gestor.



Líderes e gestores que não monitoram, na verdade não se sentem preparados para dar feedbacks para seus colaboradores, justamente, por que sabem que ao encontrar um processo não executado ou mesmo um processo muito bem executado, terão que dar feedback real, assertivo e honesto aos seus colaboradores, cobrando-os de não terem executado o processo ou elogiando-os pela excelente performance.


E como todos sabemos, dar feedback é uma das ferramentas mais importantes e, ao mesmo tempo, mais difíceis do papel de líder.

Talvez porque isso requeira um profundo conhecimento de si mesmo, de como se reage e se comporta, enfim, da sua já famosa “inteligência emocional”.



E talvez seja por isso que, mesmo tendo uma extensa biblioteca sobre o assunto feedback e pela sua vital importância no mundo organizacional, ainda assim ele é um instrumento muito pouco utilizado e, por vezes, de forma equivocada.


Portanto, aquele líder ou gestor que desenvolver o seu autoconhecimento e a sua inteligência emocional, estará alguns passos à frente no que diz respeito a uma melhor performance no comando de sua equipe.

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Alexandre Klein.
Consultor Associado do Grupo Scalco.

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