A Real Felicidade: O autoconhecimento pleno e o propósito de vida (Parte 2).


Descobri a minha missão de vida ao me mover, ou seja, trabalhando com consultoria, desenvolvendo aulas, fazendo treinamentos, trabalhando, etc. 

Recebi o retorno das pessoas e pude perceber o que trazia sofrimento e o que era fácil para mim.

Compreendo, a partir disso, que precisamos fazer coisas que são sofridas. No entanto, quando sabemos a nossa missão, isso é algo que flui.

Por exemplo, quando entro em algum treinamento como o Tai, que são 5 dias, passo os 2, 3 primeiros dias em jejum.

Não sinto fome, estresse, não fico preocupado ou nervoso.

Parece que me conecto com uma força maior e me sinto conduzido. Além disso, sei como usar as palavras.

Isso acontece porque eu estou conectado com a minha sabedoria profunda.

Porque eu encontrei a minha missão de vida.

Retomando o que venho dizendo, nós temos o propósito de vida que é servir à vida e a missão de vida que é uma profissão (se não for exatamente uma profissão, entenda como uma área de atuação) para qual nós nascemos para fazer.

Para alcançar a felicidade plena, real, precisamos sacar, em um nível mais profundo, quem nós somos, que valores nos guiam, que tipos de pensamentos nos levam para o menos e para o mais, que sentimentos nos levam para o menos ou para o mais.

Isso só é alcançado a partir de uma longa jornada de autoconhecimento.

Para viver a felicidade plena/real, precisamos ter autoconhecimento pleno e um propósito de vida. 

“Pleno” talvez não seja algo possível para todos nós, pobres mortais, mas podemos lutar para alcançar o máximo do autoconhecimento.

Mas como fazer isso?

Investindo, se dedicando, cuidando, cultivando o seu autoconhecimento, que não deve ser confundido com conhecimento. 

O conhecimento é muito importante, mas não é o fator determinante para a felicidade plena, muito embora cada um tenha o seu entendimento sobre a felicidade plena.  

Como eu vou ser feliz se eu não sei lidar com os meus conhecimentos? Com os meus conteúdos psíquicos? Se eu não sei lidar com as minhas emoções? Como eu vou ser feliz contrariando as Leis da Vida? Não tem como.

A doença psicoemocional espiritual é uma barreira na busca por uma solução.

As pessoas mais doentes, com menos consciência psíquica, domínio mental e emocional são as pessoas que mais resistem. 

Resistem por conta do seu nível de consciência, de clareza, capacidade para sentir a vida, o amor, o medo, a tristeza, a raiva, ter maturidade para lidar com tudo isso, ser dominado pela sua criança ferida.

Para encerrar, quanto mais saudável for, mais buscará autoconhecimento. Quanto mais doente da alma for, mais vai achar desculpas para não seguir em frente. 

Se tem dado um milhão de desculpas para não ir para a terapia, meditar, fazer ioga, atividade física, cuidar da sua saúde, fazer imersão, só está revelando o quanto você está na inconsciência, como é dominado por essa mente que mente e cria um monte de obstáculos. 

Quanto mais saudável, mais busca autoconhecimento. Quanto menos saudável, psicoemocional e espiritualmente, mais dificuldades existem ao se confrontar. Como consequência, são menores as chances de descobrir a missão de vida e conectá-la com o autoconhecimento, para assim chegar à felicidade plena.

Sobre o autor:

Marcel Scalcko atua com desenvolvimento de pessoas há mais de 22 anos. Guiou mais de 50.000 pessoas para uma vida mais leve e realizadora.

Após construir uma vasta experiência no campo do desenvolvimento humano, observou e documentou as 9 Leis da Vida e transformou esse conhecimento em um treinamento imersivo e único no Brasil.

É especialista em técnicas e procedimentos de desenvolvimento psico-emocional, como as constelações familiares e empresariais, que procuram guiar pessoas e organizações ao seu máximo potencial.

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